quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Achei um gatinho bebê, o que devo fazer?


Se você dispõe de paciência, tempo, amor e determinação, você está apto a realizar esta trabalhosa tarefa. E acredite, a recompensa pelo trabalho no final é imensa.
É trabalhoso sim, mas o período mais difícil, trinta dias iniciais de vida, é bem curto.
Hoje existem produtos no mercado, como leite em pó para gatinhos e mamadeiras próprias, que facilitam bem a tarefa.

Se você encontrou um bebê gato, a primeira coisa a fazer é levá-lo a um veterinário assim que for possível. Ele irá examiná-lo, ver seu estado de saúde, calcular sua idade e orientar você a respeito dos cuidados, vacinas, etc.
Se notar que o gatinho está muito desidratado, não responde a estímulos, debilitado por não se alimentar há muito tempo, você pode dar Pedialyte sem sabor, que se compra em qualquer farmácia, ou passar glucose de milho (Karo) na sua gengiva para elevar o nível de açúcar no sangue. Com isso você ganhará um tempo precioso para conseguir chegar ao veterinário mais próximo.
Se você já tiver outros gatos em casa, o gatinho deverá ficar de quarentena. Isso evitará que ele passe, caso tenha, alguma doença para os gatos já existentes.
A separação também evitará acidentes, já que ele é pequeno e indefeso. Os mais velhos podem considerá-lo uma ameaça, um estranho que invadiu seu território. É necessário um tempo de exposição lento e gradual, sob supervisão, para que se acostumem uns aos outros. Mas não nessa fase do pequeno.

Providencie uma caixa de papelão forte. Se estiver em época de frio, forre com bastante jornal, toalhas velhas mas macias, cobertores velhos, etc. para deixá-lo aquecido. Isso é muito importante. O frio pode matar um filhote em pouco tempo. Se no lugar onde você mora faz muito frio, será necessário algum tipo de aquecimento, como uma bolsa de água quente colocada debaixo de toalhas. Mas por favor CUIDADO, não é para assar os pequenos, mas sim aquecê-los.
A caixa dos gatinhos deve ficar em local protegido de correntes de ar, calmo e com pouco barulho. Você pode colocar uma tolha por cima da caixa, deixando, é claro, uma abertura para a passagem e renovação de ar. A tolha manterá a caixa aquecida e no escuro, ajudando os pequenos a dormir.
Se você tiver algum bichinho de pelúcia ou algodão, lavável, pode colocá-lo na caixa. Assim eles terão a sensação de estarem com a mãe e ficarão mais tranqüilos.

Procure num bom Pet Shop por leite em pó específico para gatos e mamadeira. Em caso de emergência, até conseguir comprar o necessário, você pode improvisar com conta-gotas ou mesmo pequenas mamadeiras para bebês (chucas) tomarem chá ou remédio. Use leite para bebês, como o Nanon ou mesmo leite de vaca, mas isso por muito pouco tempo, já que esses tipos de leite causam diarréia.
Se onde você está não existe leite para gatinhos, você pode utilizar uma receita especial de suscedâneo:
Receita do Suscedâneo:

1 litro de leite Integral
2 gemas
2 colheres de sopa de creme de leite
1 colher sopa de açúcar
1 pitada de sal

Modo de Preparo: Bata as gemas, acrescente o leite e coloque a ferver.
Quando estiver fervendo, coloque os demais ingredientes. Deixe esfriar.
Dar a mamadeira a filhotes tão pequenos pode ser um grande desafio. Mas tenha calma e paciência. É tudo uma questão de tempo, prática e adequação para ambas as partes.
O importante é que o filhote se sinta estimulado a mamar. No início não vai ser fácil, já que ele não irá reconhecer naquela coisa de borracha as tetas de sua mãe. Mas a fome e o instinto de sobrevivência sempre falam mais alto. Para que ele não desista de sugar o bico da mamadeira, o tamanho do furo é muito importante. Se for muito pequeno ele se cansará logo e desistirá de mamar. Mas também não pode ser tão grande que ele se engasgue.
Se o gatinho se recusar a mamar, tente mudar a posição da mamadeira, do bico na boca, mude a posição do gatinho, até descobrir a forma que dá mais certo. A minha Docinho só mamava de barriga pra cima, em qualquer outra posição ela se recusava a mamar.
Se depois de tudo, ele continuar a se recusar, procure a ajuda de um veterinário.
Fique atento à quantidade que o gatinho mama e se perde peso. Eles devem mamar com intervalos regulares, que vão se espaçando a medida que crescem. Com 4 semanas, época do desmame, eles mamam apenas 2 vezes ao dia, já que comem papinha além da mamadeira.
Com 3 semanas você pode iniciar o processo de desmame. Geralmente não é difícil e os pequenos gostam de experimentar novos sabores. Acrescente ao leite, um pouco de sopa de bebê, batida no liquidificador.
Essa sopa é feita com legumes variados, carne branca de frango, um cereal (arroz, aveia, ou outro), um pouquinho de sal. Deixar cozinhar bem e depois de frio bater no liquidificador até ficar homogêneo. Ofereça morna.
Com 4 semanas ofereça a sopinha num pires, em pouca quantidade. Eles vão se sujar, mas estão aprendendo a comer sozinhos, e isso é ótimo pra você!
Após a festa, limpe-os com pano úmido em água morna, seque-os bem para que não sintam frio.

Outro ponto importante é a higiene. Você certamente não irá gostar, mas terá que substituir a mãe nessa tarefa também. Quando muito pequenos, os gatinhos só evacuam e urinam quando estimulados pelas lambidas da mãe, quando esta os lava após as mamadas. Calma, você não precisa lambê-los! Um algodão embebido em um pouquinho de água filtrada morna já faz o serviço. Aproveite para limpá-los de resíduos de leite, fezes e urina, para que o local onde dormem e passam todo o tempo esteja sempre limpinho. Troque regularmente toalhas, jornais, etc.
Até abrirem os olhos, por volta de 10 dias, os gatinhos costumam produzir muito pouca fezes. Mas se não fizerem nada por mais do que dois dias, procure a ajuda do veterinário.
Com 3 semanas de idade, você pode fazer aos pequenos a primeira apresentação a uma caixa sanitária. Utilize uma caixa baixa e pequena, coloque um pouco de granulado sanitário e deixe que explorem a caixa. Se puder coloque um pouquinho das “necessidades” na caixa, isso irá ajudar na aprendizagem. O instinto de enterrar na areia é natural e não precisa ser ensinado.
O período de 2 a 7 semanas é muito importante para a socialização. O contato positivo com humanos diferentes nessa fase, fará com que o gato cresça amistoso.
Fonte: Beco dos Gatos


Minha experiência:
Coloquei duas garrafas pet com água quente, cada uma enrolada em uma fronha velha, para aquecê-los. Às vezes a água escapava das garrafas, por isso é essencial verificar se estão bem fechadas. Isso ajudou-os a suprir a falta da mãezinha. Quanto ao leite, usei uma adaptação do leite publicado no site. Fiz assim: misturava em 1/2 litro de leite uma gema, uma colher de sopa de creme de leite e uma colher de mel e aquecia em banho-maria. Dava o mamá de três em três horas já que eles eram recém-nascidos. Sobreviveram e ficaram lindíssimos. Ele é o Bebê.

Imagem: Fio bebê

domingo, 10 de agosto de 2008

Como é difícil dar remédios para gatos!

Dar remédio para os gatinhos é uma das coisas mais difíceis de se fazer. Alguns são mais dóceis que outros, mas a Teylor percebe de longe quando vou dar medicamento a ela. Dia desses estava dando um vermífugo oral para um deles e nem tinha percebido que ela estava por perto, de repente vi que ela saiu correndo porta a fora e ficou me olhando com uma carinha estranha.
Achei interessante o texto publicado na página da UOL Bichos e resolvi publicar o texto sobre como administrar medicamento em gato devido a minha grande inapetência em fazer isso.

Como administrar medicação oral em um gato

Uma parte importante dos cuidados com gatos é saber como tratar o seu gato doente, especialmente a administração de medicação oral. Gatos não gostam de tomar remédios, assim como as crianças. Também é difícil porque os gatos não entendem o que você está fazendo, e por quê você está fazendo aquilo. É importante que um gato receba a medicação de que precisa sem cuspi-la. A seguir alguns métodos para ajudá-lo a administrar medicações orais, líquidas ou em pílulas, a seu gato.

Líquidos
Passo 1: contenha o gato. Coloque sua mão direita sobre o corpo do gato e sob o peito de forma que o peito repouse sobre a palma de sua mão. Levante o gato firmemente contra você de forma que o corpo dele esteja seguro entre seu antebraço e seu corpo.
Passo 2: se houver um assistente disponível, coloque o gato sobre uma mesa ou bancada. Faça com que o assistente coloque as duas mãos cuidadosamente em volta dos ombros do gato, porém firmemente, e empurre o gato contra a mesa de forma que ele não possa usar as patas dianteiras para arranhar.

Líquidos, passo 2
Passo 3: se o gato estiver de alguma forma agressivo, peça ao assistente que envolva todo o gato, exceto a cabeça, em uma toalha grande.
Passo 4: cuidadosamente mantenha a boca do gato fechada e levante levemente sua cabeça.
Passo 5: usando um conta-gotas plástico ou uma seringa inserida no canto da boca do gato, coloque o líquido para dentro da boca aos poucos, permitindo que cada porção seja engolida antes de dar mais.
Passo 6: cuidadosamente friccione a garganta do gato para estimular a deglutição.

Pílulas
Passo 1: coloque uma das mãos sobre a cabeça do gato de forma que os dedos polegar e indicador fiquem bem atrás dos dentes caninos, com a cabeça do gato repousando sobre a palma de sua mão.
Pílulas, passos 1, 2, e 3
Passo 2: cuidadosamente incline a cabeça do gato para trás de modo que o focinho aponte para cima.
Passo 3: empurre o dedo polegar na direção do indicador; a boca do gato se abrirá.
Passo 4: segure a pílula entre os dedos polegar e indicador da sua outra mão. Use seu dedo médio para empurrar para baixo a mandíbula inferior e mantê-la aberta. Coloque a pílula tão profundamente quanto possível na garganta.
Passo 5: feche a boca do gato rapidamente, e cuidadosamente friccione sua garganta para estimular a deglutição.
Se o gato é difícil de lidar, você precisará de ajuda para imobilizá-lo. Se a pílula for muito grande, lubrifique-a com vaselina ou manteiga.


Fonte: Sheldon Rubin, DVM. "HowStuffWorks - Como administrar medicação oral em um gato".

domingo, 6 de julho de 2008

Temperaturas normais nas espécies domésticas

Um dos dados mais importantes do exame do estado de saúde de um animal é a tomada de temperatura por meio de um termômetro inserido no reto. O aparelho deve ser cuidadosamente introduzido, às vezes com uso de vaselina, de modo que o depósito de mercúrio fique em contato com a mucosa do intestino (o reto). Como muitos animais oferecem resistência à tomada de temperatura é conveniente que a operação dure pouco tempo, com o emprego de termômetros clínicos que em trinta segundos marcam a temperatura corretamente. É preciso que a coluna do mercúrio seja previamente baixada de pelo menos um grau abaixo da temperatura normal do animal em exame. Para facilitar a colocação, o termômetro deve ser lubrificado com vaselina, óleo ou mesmo água. A introdução jamais deve ser forçada a fim de que o animal não se assuste e quebre o aparelho com movimentos violentos.
Em geral, a temperatura é mais elevada nos indivíduos mais novos ou após um exercício violento, nas horas mais quentes do dia e nas vacas de alta produção leiteira. É mais baixa nos animais muito velhos e nos que se apresentam em estado de coma e de caquexia.


Temperaturas normais nas espécies domésticas
Animal : Temperatura em ºC


Cavalo: 37,5 - 38,5
Potro:37,5 - 39,0
Boi: 38,5 - 39,5
Vaca: 37,5 - 39,5
Bezerro de seis meses: 39,0 - 40,0
Ovelha e Cabra: 39,0 - 40,5
Porco: 38,0 - 40,0
Leitão até 3 meses: 39,5 - 40,1
Cão grande: 37,4 - 39,0
Cão pequeno: 38,0 - 39,0
Gato: 38,0 - 39,0
Galo e galinha: 41,5 - 42,5


A elevação de temperatura acima do normal indica febre, geralmente caracterizada por outras perturbações, como aceleração do pulso, dos movimentos repertórios e calafrios.


Fonte de consulta: pea.org.br
Imagem: internet

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Guia de Primeiros Socorros para Cães e Gatos

MEDIDAS GERAIS: ANALISAR SE O CASO É DE EMERGÊNCIA OU URGÊNCIA.

Emergência: Requer medidas imediatas das quais a vida do animal irá depender .
Exemplo: hemorragias, parada cardíaca e/ou respiratória, atropelamentos, envenenamentos, choques elétricos, afogamento, inalação de fumaça nos incêndios,etc..

Urgência: São casos de menor gravidade, mas que devem ser socorridos a tempo para que o animal não tenha complicações mais graves.
Exemplo: vômitos ou diarréias intensos, piometra (infecção uterina nas cadelas), ausência de urina por mais de 24hs, convulsões e outros.

SEJA QUAL FOR O CASO, PROCURAR MANTER A CALMA.
Em desespero, o proprietário pode cometer erros ou não conseguir colocar em prática uma medida simples, mas importante.

SEMPRE ANALISAR SE O ANIMAL ENTROU EM ESTADO DE CHOQUE.
Este estado significa um deficiente suprimento de sangue para os órgãos vitais e pode ser fatal.

Estado de Choque
Parada Cardíaca e/ou Pulmonar
Hemorragias
Cortes Profundos
Choques Elétricos
Queimaduras
Vômitos e Diarréias
Ataques Epiléticos
Picadas de Cobra
Fonte: http://www.pea.org.br/cuidados/primeiros_socorros.htm

sábado, 24 de maio de 2008

O mito do gato e a toxoplasmose

         
           Depoimentos de mulheres grávidas que não se desfizeram de seus gatos. Parabéns a elas! Grande parte de obstetras aconselham a fazer isso, utilizando os gatos como únicos vilões da "toxoplasmose".
          "Quem ama gatos sempre tem uma simpatia cúmplice por outros amantes de gatos. É maravilhoso vê-los, observá-los. Entrei nessa há pouco mais de um ano. Nunca tive gatos e um dia inventei essa história, Deus sabe porquê... Hoje sei que são eles quem nos escolhe e que são místicos e minha vida é bem melhor. Troquei de médico recentemente porque engravidei pela segunda vez (tenho uma filha de 6 anos que é louca por eles) e o cara torceu o nariz e disse que era para "me livrar dos gatos"... Minha gata estava prenha e falei isso... acho que quem não se comove com os animais não pode ser sensível ao ponto de trazer bebês ao mundo. Infelizmente os gatinhos - eram 2 - morreram e tive que castrá-la por causa de uma septicemia. Agora meus 3 gatos estão castrados e felizes. (Fabiana Monteiro)

quarta-feira, 26 de março de 2008

Cura através dos gatos



Os gatos e nós

A maioria das pessoas acha que os gatos não fazem nada, são preguiçosos e tudo que fazem é comer e dormir. Não é bem assim! Você sabia que os gatos têm uma missão na nossa vida? Você já parou para pensar porque tantas pessoas hoje em dia têm gatos? Mais do que o número de pessoas que tem cães? Aqui está uma série de informações sobre a vida secreta dos gatos. Todos os gatos têm o poder de, diariamente, remover energia negativa acumulada no nosso corpo. Enquanto nós dormimos, eles absorvem essa energia. Se há mais do que uma pessoa na família, e apenas um gato, ele pode acumular uma quantidade excessiva de negatividade ao absorver energia de tantas pessoas.
Quando eles dormem, o corpo do gato libera a negatividade que ele removeu de nós. Se estivermos excessivamente estressados, eles podem não ter tempo suficiente para liberar tamanha quantidade de energia negativa, e conseqüentemente ela se acumula como gordura até que eles possam liberá-la.
Portanto, eles se tornarão obesos - e você achava que era a comida com que você os alimentava!
É bom ter mais do que um gato em casa para que a carga seja dividida entre eles. Eles também nos protegem durante a noite para que nenhum espírito indesejável entre em nossa casa ou quarto enquanto dormimos. Por isso eles gostam de dormir na nossa cama. Se eles verificarem que estamos bem, eles não dormirão conosco. Se houver algo estranho acontecendo ao nosso redor, eles todos pularão na nossa cama e nos protegerão.
Se uma pessoa vier a nossa casa e os gatos sentirem que essa pessoa está alí para nos prejudicar ou que essa pessoa do mal, o s gatos nos circundarão para nos proteger. Quando meus gatos começaram a fazer isso comigo, eu não entendia porque eles ficavam em cima de mim ou aos meus pés. Eu soube depois que eles estavam me protegendo. Então, meus ouvidos e meus olhos buscam imediatamente ver a reação dos meus gatos para ver o que eles farão quando alguém entra em minha casa. Se eles correm para a pessoa, cheiram-na e querem ser acariciadas por essa pessoa, eu sei que posso relaxar. Dívida a resgatar Se você não tem um gato, e um gato vira-latas entra em sua casa adotando-a como lar, é porque você precisa de um gato em casa nessa época em particular. O gato vira-latas voluntariou-se para ajudar e escolheu você. Agradeça ao gato por escolher sua casa para esse trabalho. Se você tem outros gatos e não pode ficar com o vira-lata, encontre um lar para ele. O gato veio a você por um motivo, desconhecido para você a nível físico, mas em sonhos você pode ver a razão para o aparecimento do gato nessa época, se você quiser saber. Pode acontecer de haver um débito cármico que ele tem que pagar a você. O espírito que o acompanha pode ter feito algum mal a você em outra vida e deve resgatar essa dívida protegendo você nesta vida. Portanto, não afugente o gato. Ele vai ter que voltar de um modo ou de outro para realizar esta obrigação. Os Gatos Nos Curam. Na época de Atlântida, os curandeiros usavam cristais em seus trabalhos. Os cristais eram usados como um canal de cura. Quando os curandeiros visitavam vilas distantes, eles não podiam usar os cristais pois o povo desconfiava deles achando que eles usavam magia negra. Como eles não podiam usar cristais, os curandeiros levavam gatos que exerciam exatamente a mesma função dos cristais. O povo não tinha medo dos gatos e permitiam que eles entrassem em suas casas. Desse modo, os gatos têm sido usado inúmeras vezes na arte da cura.

Texto retirado do site: http://www.luzanimal.org/
Imagens: www.superimagens.com.br

sábado, 1 de março de 2008

Dez coisas que você pode fazer pelos animais


1- Compre produtos de empresas que não testam em animais - Todos os anos milhões de animais são queimados e expostos a experimentos cruéis e desnecessários, para manter a indústria da vivissecção, que fatura milhões de dólares em todo o mundo. Com o crescimento recente de empresas que aboliram a experimentação animal, a tendência é se diminuir os testes. Cada vez que você compra um produto livre de crueldade, equivale a menos um dolar para as empresas que usam animais.Verifique os ingredientes de sabões, shampoos, cremes, cosméticos e procure a frase "não testado em animais". No site abaixo, também há uma relação de empresas que não usam animais.
http://www.geocities.com/RainForest/Vines/5011/empresasnao.html

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Meus amores felinos


Desde que me conheço por gente sempre amei animais. Não sei explicar a razão mas o meu relacionamento com os felinos sempre foi muito especial. Parece que já nasci abraçada num gatinho, e foram tantos no decorrer da minha vida...

Alguns nasceram aqui em casa, outros foram deixados na frente de casa e outros tantos vieram pela fome, encontraram comida, carinho e acabaram ficando...

Fiquei alguns anos sem gatos aos meus cuidados, embora minha irmã, também gateira, continuasse cuidando deles. Foi o período que os meus gêmeos eram pequenos e era uma correria tão louca que não conseguia tempo para dar a atenção que os bichinhos mereciam. Porém, há sete anos atrás, meus filhos chegaram com uma linda branquelinha abandonada filhotinha, era a Taylor, nome dado por eles a essa linda da foto. Depois dela muitos outros... Hoje a família é formada por quinze gatos e mais seis cachorros que estão com a minha irmã.

Os animais são as coisas mais maravilhosas que alguém pode ter, infelizmente são seres extremamente maltratados. Por isso, prá tentar ajudar de alguma forma, tornei-me voluntária da AAPA (Associação dos Amigos e Protetores dos Animais de Cruz Alta), uma entidade formada há mais de cinco anos por um grupo de amigas iluminadas que decidiram tomar uma atitude contra os maus-tratos existentes com os animais em Cruz Alta (RS), minha cidade. Minha chegada na AAPA é recente, meu trabalho como protetora era feito anteriormente somente com a minha irmã, com os nossos próprios recursos. Mas chega um momento que é preciso fazer mais, e o convite da Patrícia, membro da AAPA, para eu ser voluntária veio no momento certo. Escreverei mais sobre a AAPA no decorrer dos dias.


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